Descubra 9 armadilhas das trocas de óleo

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Especialista da Total aponta os principais perigos na hora de substituir o lubrificante

O bom motorista sabe que, além de lubrificar, o óleo é responsável por prevenir o desgaste, a oxidação e a corrosão das peças do motor, garantindo o seu bom desempenho. Por isso, uma lubrificação errada provoca sérios prejuízos desde a redução da performance do automóvel até o aumento no consumo de combustível ou, ainda, o temido “motor fundido”, no qual o custo de manutenção pode chegar a até 50% do valor do veículo.

“Uma lubrificação ineficiente pode ser causada por vários fatores, desde o modo de aplicação no motor até a utilização de lubrificantes, que não seguem as especificações das montadoras do veículo”, garante Denise Novaes, coordenadora de Assistência Técnica da Total Lubrificantes do Brasil, filial do Grupo Total – quarta maior companhia de petróleo e gás do mundo <http://www.totalbr.com.br> .

Para o motorista não cair nessa e em outras armadilhas, a especialista da Total aponta os nove principais perigos na hora de substituir o óleo lubrificante:

  1. Não respeitar o prazo para a troca do produto: todo fabricante estipula um prazo no Manual do Proprietário que deve ser seguido. Normalmente o intervalo indicado é a cada 5.000 km ou 10.000 km. Utilizar o óleo além do período recomendado leva à formação de borra e compromete a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, já que aumenta o atrito e o desgaste precoce.
  2. Completar o óleo: ao fazer isso, o produto novo é misturado com o usado e acaba contaminado. O resultado é um lubrificante misto e bem diferente dos dois originais, comprometendo a eficácia e desempenho do motor. Por isso, deve-se trocar todo o óleo do cárter por um novo.
  3. Usar aditivos: Além de comprometer as propriedades do lubrificante, gerando a formação de depósitos no motor, faz você desperdiçar dinheiro e energia. Isso porque os óleos de boa qualidade presentes no mercado já contêm um pacote de aditivos específicos em sua composição e atendem todas as necessidades do veículo.
  4. Misturar lubrificantes: a prática é uma das principais armadilhas para os motoristas. Muitos misturam os produtos em situações de emergência, como um vazamento, por exemplo. Embora não seja recomendado, é possível misturar lubrificantes de marcas diferentes, desde que tenham a mesma base (sintético, semissintético ou mineral), viscosidade e grau API e SAE. Caso contrário, prejudica a eficiência da lubrificação e gera sérios riscos ao motor.
  5. Pingar óleo no motor: afeta as áreas mais críticas, entre elas, velas, câmara de combustão e catalisador. Quando um desses componentes é afetado, há aumento nos custos de manutenção e nos gastos com combustível.
  6. Bujão fechado indevidamente: é como é conhecido o parafuso que fecha o dreno do cárter de óleo. O item deve ser aparafusado corretamente para evitar vazamentos. Daí a importância de um profissional especializado fazer a troca de óleo para fechar o bujão sem excesso de força, mas sem deixá-lo frouxo demais.
  7. Não trocar o filtro do óleo: o filtro conserva em seu interior um volume residual de óleo oxidado que contamina o lubrificante novo acelerando o processo de envelhecimento. Por isso, deve ser trocado simultaneamente com o óleo para não carregar as impurezas retidas para dentro do motor novamente.
  8. Rodar com lubrificante acima ou abaixo do nível: deve ser evitado. Óleo no nível mínimo compromete a lubrificação já que aumenta a fricção entre as peças. Com isso, o desgaste dos componentes do motor é maior e resulta em perda de potência imediata, em excesso de calor ou mesmo na fundição do motor. E ao contrário, rodar com lubrificante acima do nível, leva o produto a transbordar e cair em locais fora do sistema de lubrificação.
  9. Limpar a vareta com estopa: jamais faça isso para não deixar os resíduos do óleo antigo contaminarem o novo lubrificante. Opte sempre em usar papel absorvente para limpar a vareta durante a troca do lubrificante.

Sobre Total Lubrificantes do Brasil  – Presente no país desde 1996, a Total Lubrificantes do Brasil integra a divisão de Marketing e Serviços do Grupo Total, onde atua nos mercados automotivo, industrial, agrícola e, mais recentemente, marítimo. Aliada aos padrões internacionais de tecnologia e qualidade, conta com uma moderna fábrica em Pindamonhangaba (SP) e um escritório na capital paulista, além de um portfólio diversificado de produtos homologados pelas principais fabricantes e montadoras do mundo. Em seu mix, destacam-se as marcas Total, destinada a veículos leves e pesados, e Elf, tradicional no mercado brasileiro, que oferece lubrificantes para carros e motocicletas. Para a manutenção preventiva dos veículos automotivos, a Total Lubrificantes disponibiliza serviços de mecânica rápida nos seus Postos de Troca de Óleo Rápida (rede ROC – Rapid Oil Change). Para mais informações, visite http://www.totalbr.com.br

Sobre Total Lubrificantes – A Total Lubrificantes é uma fabricante e comerciante global líder de óleos e lubrificantes para motores. Possui 41 fábricas em todo o mundo e mais de 5.800 funcionários em 150 países. A Total Lubrificantes oferece produtos e serviços inovadores, eficientes e ambientalmente responsáveis, desenvolvidos por mais de 130 pesquisadores em seu centro de P & D. Total Lubrificantes conta com um mix diversificado de produtos para os mercados automotivo, industrial e marítimo. www.lubricants.total.com <http://www.lubricants.total.com/>

Sobre a Total – A Total é uma produtora e fornecedora integrada global de energia, uma importante empresa internacional de petróleo e gás e uma das principais operadoras do mundo em energias de baixo carbono. Nossos 98.000 funcionários estão empenhados em obter a melhor energia, que seja a mais segura, mais limpa, mais eficiente, mais inovadora e acessível ao maior número de pessoas possível. Como cidadã corporativa responsável, a empresa se foca em garantir que suas operações em mais de 130 países produzam consistentemente benefícios econômicos, sociais e ambientais.

Fonte: Total Lubrificantes do Brasil

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